sábado, 31 de outubro de 2026
Postado emRoraima

Espetáculo “Alice no País das Maravilhas” reúne 171 alunos do CCJuv em Boa Vista

Espetáculo "Alice no País das Maravilhas" reúne 171 alunos do CCJuv em Boa Vista
Espetáculo "Alice no País das Maravilhas" reúne 171 alunos do CCJuv em Boa Vista
Publicidade

O Centro Amazônico de Fronteiras (CAF), em Boa Vista, recebeu neste sábado (24) duas sessões — às 18h e às 20h — do espetáculo “Alice no País das Maravilhas”, apresentado por 171 alunos do Centro de Convivência da Juventude (CCJuv) da Assembleia Legislativa de Roraima.

A produção, dividida em 13 cenas, trouxe ao palco personagens como o Chapeleiro Maluco, o Gato Risonho, a Lagarta Absolem, a Rainha de Copas e a Rainha Branca, combinando balé, ginástica rítmica e teatro para recriar a floresta encantada, o chá do Chapeleiro e o castelo da Rainha de Copas.

Segundo o diretor artístico Joandson Marques, a seleção do elenco consumiu mais de um mês e meio e, em seguida, a equipe iniciou “o processo de montagem coreográfica, leitura visual do espetáculo, cenografia, iluminação e pós‑produção”. Ele acrescentou: “Então, realmente, foram quatro meses que passaram voando para a gente e estamos muito felizes por ter conseguido chegar no dia da estreia. Foi muito especial”.

Entre os destaques, Maria Nara, de 13 anos, interpretou a Rainha de Copas e declarou: “Me surpreendi. Eu não esperava isso tudo. Minhas expectativas estavam muito altas, mas, quando terminamos a apresentação, sentimos que as expectativas foram superadas e eu estou muito feliz com o resultado. Minha personagem tem uma participação muito importante e, dentro da trama, essa luta final foi muito impactante”. Já João Paulo Monteiro, que encarnou o Chapeleiro Maluco, relatou: “Estou muito ansioso, claro. Não vejo a hora de subir no palco, o nervosismo está lá em cima. Está sendo uma grande oportunidade para mim como artista, e está sendo bem legal tudo isso, por ser minha primeira vez com o teatro, eu nunca havia atuado. O personagem é bem engraçado, tem aquelas expressões que são bem difíceis de fazer e está sendo muito bom tudo isso”.

Na plateia, Emília Zago, mãe da menina que interpretou Alice, emocionou‑se ao dizer: “A gente, como mãe, fica toda emocionada. A Anna já é acostumada com o balé, porque ela dança desde os três aninhos. Vê‑la no palco foi motivo de orgulho. O papel do CCJuv na comunidade é excelente, porque, hoje, o mundo é muito inserido na internet e a gente acaba viciando nossas crianças. Então, toda oportunidade que a gente tiver de colocá‑las para fazer uma arte ou um esporte, é válido”.

Claudimar Costa, diretor do CCJuv, destacou o desafio de integrar balé, jazz e ginástica rítmica sem perder a essência do tema: “Integrar as linguagens sem perder a essência do tema foi o maior desafio, porque tivemos que agregar essas modalidades de maneira que não destoasse do título do espetáculo. A montagem reuniu os três polos da capital, somando 171 alunos. Os ensaios foram intensos e exigiram dedicação do elenco. Foi tudo muito pensado, os ensaios foram exaustivos, mas, as crianças não mediram esforços para que chegassem à perfeição”. A superintendente de Programas Especiais da ALERR, Marília Pinto, reforçou o objetivo educacional: “O que a gente busca, e é uma forma de educação importante, é conhecer e descobrir os talentos e a capacidade de cada um e fortalecê‑los. Também buscamos fazer com que eles entendam que é preciso ter disciplina, concentração e cooperação, para realizar lindas tarefas, a exemplo desse espetáculo”.

Compartilhar: WhatsApp Facebook X LinkedIn
📬
Fique por dentro de Roraima Receba as principais notícias no seu e-mail, gratuitamente.


    ← Anterior Rebeca Andrade faz história ao conquistar tricampeonato no salto sobre a mesa Próxima → Mudanças climáticas elevam incidência de doenças infecciosas no Brasil