sábado, 31 de outubro de 2026
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Polícia Civil coleta DNA de 20 detentos para banco de dados genético

Polícia Civil coleta DNA de 20 detentos para banco de dados genético
Polícia Civil coleta DNA de 20 detentos para banco de dados genético
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A Polícia Civil de Roraima (PCRR) coletou material biológico de 20 detentos para inserir novos perfis genéticos em seu banco de dados, visando a identificação de autores de crimes.

O procedimento foi realizado pelo Laboratório de Genética Forense (LGF), vinculado ao Instituto de Criminalística Perito Dimas Almeida (ICPDA), em colaboração com a Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejuc). A coleta ocorreu na terça-feira (20) e faz parte de uma série de ações planejadas para abranger toda a população carcerária.

Os perfis genéticos obtidos poderão auxiliar na elucidação de investigações de diversos crimes, incluindo aqueles sem autoria identificada. Segundo Érica Veras, chefe do ICPDA, a programação prevê a coleta de material de mais 800 detentos.

“A inserção desses perfis no Banco Nacional de Perfis Genéticos pode contribuir para esclarecer crimes antigos, casos de violência grave e crimes contra a dignidade sexual. O cruzamento de informações permite identificar possíveis autores mesmo quando ainda não há suspeitos definidos”, afirmou a perita.

A coleta respeita as normas legais para a obtenção, análise e armazenamento dos perfis genéticos, que podem ser integrados à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, incluindo o Banco Nacional de Perfis Genéticos. Nos casos previstos em lei, o procedimento é obrigatório para pessoas condenadas.

Atualmente, a PCRR já possui cerca de 600 perfis genéticos de indivíduos condenados, e a comparação desses registros com vestígios biológicos encontrados em cenas de crime pode ajudar a identificar suspeitos e esclarecer investigações sem autoria definida.

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